Calendário de Eventos Ambientais no Entorno do Parque Estadual do Rio Doce

sábado, 10 de dezembro de 2016

LUTO: Adeus a Dom Lélis Lara - Presidente honorário da DuPERD

A Associação dos Amigos do Parque Estadual do Rio Doce - DuPERD, honrosa em ter tido como seu presidente honorário nosso querido Dom Lélis Lara, lamenta a perda de um dos maiores defensores das causas sociais, educacionais e ambientais da nossa região. 

Siga em paz Dom Lara e que Deus nos dê sabedoria para praticar os ensinamentos que nos deixou.

Rogamos que continue nos abençoando ao lado do Pai!

Fonte: www.plox.com.br/caderno/aconteceu/parque-estadual-do-rio-doce-comemora-aniversário-com-tradicional-romaria
Fonte: http://www.plox.com.br/caderno/católico/quase-dois-mil-romeiros-participaram-da-6ª-romaria-ecológica-de-timóteo

Fonte: http://www.unilestemg.br/temporarios/2016/programacao-dom-lara.pdf


quarta-feira, 30 de março de 2016

Recuperando nascente

Guia para recuperação e preservação de nascentes

O que é uma nascente?
Nascente é um ponto de onde a água jorra através da superfície do solo.

De onde vem a água das nascentes?
A água evaporada do solo, dos mares, rios e lagos e a água transpirada pelas plantas se transformam em nuvens. As nuvens dão origem às precipitações, ou seja, as chuvas. Parte da água da chuva infiltra no solo. Outra parte escorre sobre a terra retornando para rios, lagos e mares.
A água que cai na terra se infiltra no solo e abastece o lençol freático que se acumula sobre uma camada impermeável. Quando a camada impermeável encontra com a superfície do solo, surge a nascente de encosta, que ficam em serras e grotas de regiões montanhosas.
Nas partes mais baixas do terreno, a água infiltrada provoca encharcamento da terra. O encharcamento faz com que surjam pequenas nascentes.

Como evitar a falta de água nas propriedades rurais?
É preciso preservar a vegetação natural no entorno das nascentes para manter a quantidade de água. Também deve se tomar cuidados para preparar o solo e manter a infiltração da água na terra. Desta forma, o produtor rural deve usar as seguintes técnicas para o plantio:

Plantio em contorno ou em nível – Cada linha de planta forma uma barreira diminuindo a velocidade da água.
Plantio em consórcio – Intercalar plantas de crescimento denso e plantas que oferecem baixa proteção ao solo.
Construção de terraços – É a construção de uma estrutura formada por um canal e um camalhão em áreas onde as outras práticas de conservação não controlam a erosão do solo.
Cordões de vegetação permanente – Fazer um cordão de plantas ocupando uma faixa de 1,5 a 2 metros de largura. Nos cordões, pode plantar árvores, bananeiras, cana, capim, cidreira e outras espécies que conseguem reter enxurradas.
Uso de restos culturais (palhada) – Este material é produto da decomposição e favorece organismos que vivem na terra, melhorando as condições de infiltração e armazenamento de água no solo.
Evitar queimadas – As queimadas danificam seriamente florestas e outros tipos de vegetação, o que deixa o solo descoberto e nocivo à vida presente no local. Sem cobertura vegetal, a terra pode endurecer pela ação das chuvas. A infiltração da água, neste caso, tem velocidade reduzida e pode provocar enxurradas.
Evitar colocar muitos bois em uma mesma área de uma vez – O pisoteio constante do gado provoca o endurecimento da terra, o que dificulta a infiltração da água no solo.
Evitar o uso conflitante da terra na área de recarga de nascentes – Plantar vegetação nativa ou deixar a regeneração natural nas encostas e usar as áreas com 20% a 45% de declividade com culturas perenes como café, laranjeira e bananeira.

Passos para recuperar uma nascente
1º Observar se há formação de capoeira (regeneração) com plantas como alecrim, carrapicho, jaborandi, lobeira, assa-peixe, embaúba, pinha do brejo, pombeiro, aroeira, sangra d’água, pororoca, maria mole etc. Se a nascente estiver neste estágio, basta cercar mantendo uma distância mínima de 50 metros ao redor dela.
2º Se o entrono da nascente estiver ocupado com pasto e poucos arbustos, além de cercar sua nascente é preciso plantar algumas árvores, escolhendo bem as espécies, a quantidade e a distribuição. O Plantio de muitas árvores pode secá-la por algum tempo. Dentro da área cercada, o recomendável é plantar de 30 a 100 árvores, dependendo do potencial de regeneração e do ecossistema local. As árvores plantadas atraem pássaros e outros animais que trarão novas sementes que vão provocar o reflorestamento aos poucos, além de aumentar a infiltração da água da chuva.

Assessoria de Imprensa Plantando o Futuro

quinta-feira, 10 de março de 2016

Fotos do Perd!















Duperd,importante ser lembrado

 Prezado senhor,

    Convidamos Vossa Excelência para participar da consulta pública referente ao empreendimento UHE Picada, que visa discutir o seu Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial – PACUERA, tendo como empreendedor Votorantim Metais Zinco S/A, extraído do processo administrativo de número01232/2009/002/2009, processo de Revalidação da Licença de Operação.

    A consulta pública realizar-se-á no dia 21 de março de 2016, às 19 horas, na Escola Municipal Dom Justino de Santana, também conhecida como Escola de Torreões, situada na Rua Principal, n.º 003, Bairro Torreões, na cidade de Juiz de Fora /MG.

    Informamos, ainda, que os estudos representativos do PACUERA encontram-se à disposição dos interessados nos balcões de atendimento da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, à Avenida Barão do Rio Branco, n.º 2234 – Parque Halfeld - Centro, na cidade de Juiz de fora /MG; bem como na Superintendência de Regularização Ambiental da Zona da Mata – SUPRAM ZM, situada à Rodovia Ubá-Juiz de Fora, s/ n°, km 02, Bairro Horto Florestal, na cidade de Ubá/MG, no horário de oito às quinze horas.

     Sem mais para o momento, subscrevemos.


Respeitosamente,


Sustentabilidade
Votorantim Energia

Descrição: energia_pref_pos_rgb_compactado (2)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

terça-feira, 7 de julho de 2015




No sábado (04/07), foi eleita a nova diretoria e Conselho Fiscal da Associação dos Amigos do Parque Estadual do Rio Doce para o mandato de 2015 a 2017. A ambientalista Jailma das Graças Soares foi reconduzida para o cargo de presidente.  Criada em julho de 2003, a entidade tem como missão defender e divulgar o valor ambiental, social, econômico e turístico do parque e suas potencialidades, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das comunidades do seu entorno.
Desde a criação, a associação vem desenvolvendo ações como o fortalecimento dos arranjos produtivos; a implantação da Doce Loja; participação em conselhos;educação ambiental;  e se tornou entidade de Utilidade Pública nos municípios de Timóteo, Marliéria e Dionísio. Atualmente, está em construção o Projeto de Observação de Aves.
“Para o novo mandato, a chapa única eleita, composta por representantes das comunidades do entorno, valida a continuidade das ações e com novas perspectivas  para alcançar a sua missão”, destaca a presidente da associação. Informações sobre a entidade podem ser adquiridas e acompanhadas pelo email: aamigosdoperd@gmail.com ou blog: www.aamigosdoperd.blogspot.com. 
                                DIRETORIA
PresidenteJailma das Graças Soares
1º vice-presidente Domingos Sávio de Castro
2º vice-presidenteLuiz Gonzaga de A. Castro
1º SecretárioRidamar Ferreira de Souza
2º SecretárioAlexandra Rosângela Oliveira Fernandes
1º TesoureiroMaria Dora Soares Vieira e Castro
2º TesoureiroIsaura Rosália de Oliveira Ferreira
                         CONSELHO FISCAL
Titular1 – Delma Araújo Castro Abreu
2 – Claudio José Fernandes
3 – Sebastião Leandro Pinto
4 – Sirdilaine Gonçalves de Oliveira
5- Helines Moreira Ribeiro
Suplente1 - Vinícius Assis Moreira
2 - Tiago Teixeira Dornas
3 – José Fonseca de Castro
4 –Gladys  Coelho Chaves Castro
5 - Elvira Nascimento