Fauna do Parque Estadual do Rio Doce
O Parque Estadual do Rio Doce (PERD) apresenta uma grande diversidade de espécies da fauna
silvestre. Entre estas espécies, existe um grupo muito temido pelas pessoas. No PERD já foram
registradas até o momento 28 espécies deste grupo, sendo que existe em torno de 1.120
espécies distribuídas por todo o globo terrestre, com exceção das regiões polares. No Brasil
são descritas 167 espécies. Este grupo a que me refiro são os morcegos, geralmente são
lembrados como criaturas sinistras e na maioria das vezes indesejáveis pelas pessoas que não
os conhecem. Eles pertencem a Ordem Chiroptera (Chiro=mão + ptera= asa), pois
desenvolveram uma membrana entre os dedos formando as asas. Eles são os únicos
mamíferos com capacidade de voo e tem grande importância para a natureza, atuando no
equilíbrio ecológico associado ao tipo de dieta que cada espécie apresenta. Os morcegos que
se alimentam de frutos, por exemplo, são importantes na dispersão de sementes. Os
frugívoros juntamente com os pássaros, são os principais responsáveis pela recuperação das
florestas, espalhando sementes em áreas desmatadas. Os morcegos que se alimentam de
néctar, assim como os beija-flores, ajudam a polinizar as flores de muitas espécies de plantas,
contribuindo para a reprodução das mesmas. Existem ainda, os morcegos insetívoros
contribuindo para o controle da população de insetos, inclusive daqueles que atacam as
lavouras. E por fim, os hematófagos que se alimentam de sangue. Apesar de todos os
morcegos levarem fama de vampiros, apenas 3 espécies hematófagas são encontradas no
Brasil. Ao contrário dos que muito pensam, eles não chupam sangue, mas lambem o sangue
que escorre pelo pequeno corte feito por seus dentes afiados.
Os morcegos são animais noturnos e se localizam através da ecolocalização, um radar natural
que utilizam para orientação de deslocamento e busca de alimento. Mas isso não quer
dizer que os morcegos são cegos, eles enxergam e apresentam olfato e audição muito bem
desenvolvidos. Em termos reprodutivos, apresentam um período gestacional de 2 a 7 meses
dependendo da espécie. Nasce de 1 a 2 filhotes por gestação e os filhotes são alimentados
com leite.
Por falta de informação, algumas pessoas têm o mau hábito de matar os morcegos, sem saber
qual o real valor desses animais para o meio ambiente.
Mirlaine Soares Barros
Bióloga - Parque Estadual do Rio Doce
mirlaine.barros@meioambiente.mg.gov.br
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Lagoa Amarela
O Parque Estadual do Rio Doce unidade de
conservação criado em 14 de julho de 1944 a primeira unidade no estado de Minas
Gerais e a segunda do País, sua beleza peculiar dos seus ecossistemas deslumbra
o maior tesouro natural para o Vale do Aço e para o mundo, acredite se Deus fez
o mundo em sete dias grandes momentos de inspiração ficaram para esculpir os
mínimos detalhes no interior dessas matas, suas lagoas e a diversidade de
plantas e animais faz do Parque o mais belo de todos. Nossa caminhada parte de
barco atravessando a lagoa Dom Helvécio sentido a lagoa Amarela neste percurso
passamos pelas lagoas Bonita e Anastácia até então chegar na lagoa Amarela,
foram percorridos 4 Km
mata a dentro as lagoas infestadas de piranhas parecem não se importar com a
nossa presença e se torna perigoso entrar na água, até os animais correm risco
como a Anta e as Capivaras, nossa equipe estavam presentes funcionários do
Parque e a Polícia Ambiental Sto. Dutra e Cbo Ronaldo o objetivo da nossa atividade
é elaborar uma trilha para interpretação ambiental para que possamos conduzir o
turista a conhecer as matas e as lagoas, este trabalho de conscientização é
muito importante para as unidades de conservação visto que a preservação dos
recursos naturais vem de encontro ao conhecimento e informação repassada das
atividades de Ed. Ambiental realizada dia a dia com os Guardas – Parque, vale
ressaltar também que essas atividades de interpretação ambiental fortalece as
unidades de conservação no nosso País. A
interpretação ambiental sempre fez parte da nossa história, desde a chegada dos
colonizadores pelo estado da Bahia podemos dizer que iniciava a primeira interpretação
ambiental no Brasil retratada pelos índios locais, enfatizando a beleza cênica
das matas ao mostrar as belíssimas plantas e animais aos colonizadores
formalizando empiricamente a primeira interpretação ambiental da época, após
reformulada no final do século passado a interpretação se tornava valorizada em
vários segmentos e hoje uma ferramenta de trabalho importantíssima para as
unidades de conservação, portanto a interpretação quebram paradigmas no
conhecimento e informação incute valores ainda maiores na educação para o
conhecimento técnico e empírico resgatam
costumes e fatos histórico promovendo a inclusão social. Um grande abraço e aguardamos
vocês para esta caminhada.....
Claudio Fernandes
terça-feira, 1 de julho de 2014
Recuperação de nascentes
PROJETO ESTRATÉGICO PERD / IEF PROPRIEDADES ATENDIDAS MUNICÍPIO DE DIONÍSIO ANO – 2013 A 2014
O Projeto Estratégico inserido ao Fomento Florestal do Instituto Estadual de Florestas – IEF do Estado de Minas Gerais vem desenvolvendo juntamente com os produtores do Município de Dionísio a recuperação de nascentes, o projeto iniciou no final de 2013 e foram contemplados 35 produtores e mais de 50 nascentes sendo recuperadas
.O objetivo do Projeto é a recuperação e a preservação desses mananciais através do cercamento e plantio de mudas, a proteção desses locais como topo de morro garante a recarga hídrica dos lençóis freáticos contribuindo para a biodiversidade da fauna e flora e o abastecimento das comunidades locais com a utilização dos recursos de forma racional e sustentável.
O Projeto Estratégico inserido ao Fomento Florestal do Instituto Estadual de Florestas – IEF do Estado de Minas Gerais vem desenvolvendo juntamente com os produtores do Município de Dionísio a recuperação de nascentes, o projeto iniciou no final de 2013 e foram contemplados 35 produtores e mais de 50 nascentes sendo recuperadas
.O objetivo do Projeto é a recuperação e a preservação desses mananciais através do cercamento e plantio de mudas, a proteção desses locais como topo de morro garante a recarga hídrica dos lençóis freáticos contribuindo para a biodiversidade da fauna e flora e o abastecimento das comunidades locais com a utilização dos recursos de forma racional e sustentável.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Instituto terra
Parceria faz parte do projeto “Doces Nascentes Capixabas”, que atua na proteção,conscientização e preservação dos recursos hídricos do Estado
Vitória, 12 de junho de 2014 – Alinhada e ciente da importância de apoiar ações que promovam a sustentabilidade, conscientização e preservação ambiental, a EDP, empresa do Grupo EDP Energias de Portugal S.A., com o apoio do Instituto EDP e em parceria com o Instituto Terra, realiza pelo terceiro ano consecutivo o projeto Doces Nascentes Capixabas, cujo objetivo é revitalizar, proteger e recuperar nascentes no município de Baixo Guandu, no Espírito Santo, que fazem parte da bacia hidrográfica do Rio Doce.
Com a iniciativa, nos dois primeiros anos do projeto já foram recuperadas 32 nascentes e, neste ano, o projeto já está atuando na proteção e recuperação de outras 13, beneficiando produtores rurais na região capixaba do Rio Doce. “Nosso objetivo é conscientizar os agricultores sobre a importância da recuperação e manutenção das áreas que cercam as nascentes, bem como dos benefícios para toda a sociedade do uso sustentável dos recursos naturais”, afirma Pedro Sirgado, diretor Executivo do Instituto EDP, entidade que coordena as ações socioambientais do Grupo EDP.
Os bons resultados conquistados são fruto, principalmente, do trabalho de conscientização da importância de preservação das nascentes realizado com pequenos produtores rurais. Uma vez que os donos da terra aceitam participar do projeto, o Instituto Terra elabora um projeto técnico de uso e ocupação do solo, bem como a distribuição de insumos e mudas para a proteção e recuperação dos mananciais. Aos produtores rurais é dada a responsabilidade de plantar as mudas e cercar as áreas, quando necessário.
Recursos hídricos
O aumento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos é o principal benefício para os produtores rurais participarem do projeto. A elaboração de um planejamento do uso da propriedade em concordância com código florestal e a mudança na relação do homem com o meio ambiente também são aspectos que tornam a iniciativa atraente e despertam interesse de outros agricultores. “É comum os técnicos do Instituto Terra serem procurados por produtores vizinhos à propriedade em que o projeto está sendo executado interessados em aderir ao programa”, diz Gilson Gomes de Oliveira Júnior, analista de Projetos do Instituto Terra.
A reação dos proprietários das terras após a conclusão do projeto confirma o impacto positivo das ações executadas. “De forma geral, há uma relação de gratidão por parte dos produtores beneficiados. Muitos deles fazem questão de dar depoimentos sobre a satisfação de terem recebido nossa assistência”, finaliza Sirgado.
Com a iniciativa, nos dois primeiros anos do projeto já foram recuperadas 32 nascentes e, neste ano, o projeto já está atuando na proteção e recuperação de outras 13, beneficiando produtores rurais na região capixaba do Rio Doce. “Nosso objetivo é conscientizar os agricultores sobre a importância da recuperação e manutenção das áreas que cercam as nascentes, bem como dos benefícios para toda a sociedade do uso sustentável dos recursos naturais”, afirma Pedro Sirgado, diretor Executivo do Instituto EDP, entidade que coordena as ações socioambientais do Grupo EDP.
Os bons resultados conquistados são fruto, principalmente, do trabalho de conscientização da importância de preservação das nascentes realizado com pequenos produtores rurais. Uma vez que os donos da terra aceitam participar do projeto, o Instituto Terra elabora um projeto técnico de uso e ocupação do solo, bem como a distribuição de insumos e mudas para a proteção e recuperação dos mananciais. Aos produtores rurais é dada a responsabilidade de plantar as mudas e cercar as áreas, quando necessário.
Recursos hídricos
O aumento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos é o principal benefício para os produtores rurais participarem do projeto. A elaboração de um planejamento do uso da propriedade em concordância com código florestal e a mudança na relação do homem com o meio ambiente também são aspectos que tornam a iniciativa atraente e despertam interesse de outros agricultores. “É comum os técnicos do Instituto Terra serem procurados por produtores vizinhos à propriedade em que o projeto está sendo executado interessados em aderir ao programa”, diz Gilson Gomes de Oliveira Júnior, analista de Projetos do Instituto Terra.
A reação dos proprietários das terras após a conclusão do projeto confirma o impacto positivo das ações executadas. “De forma geral, há uma relação de gratidão por parte dos produtores beneficiados. Muitos deles fazem questão de dar depoimentos sobre a satisfação de terem recebido nossa assistência”, finaliza Sirgado.
sábado, 26 de abril de 2014
BlitZ
MILITARES
AMBIENTAIS REALIZAM PALESTRAS E BLITZ ECOLÓGICA EM COMEMORAÇÃO AO DIA MUNDIAL
DO PLANETA TERRA.
O Dia da Terra, 22 de abril, é
uma data festiva comemorada em muitos países do Mundo. A data foi criada nos Estados Unidos
por Gaylord Nelson, senador e ativista ambiental. Além de criar a data, o
senador lutou pela divulgação e promoção de seus objetivos.
A data foi criada com o propósito
de abrir discussões em todo mundo sobre a importância da preservação dos
recursos naturais do planeta Terra. Além disso, tinha como objetivo criar uma
consciência mundial sobre os problemas da contaminação, destruição da
biodiversidade, uso não sustentável dos recursos naturais, desmatamentos e
outros problemas que ameaçam a vida em nosso planeta.
Baseado neste contexto, no
período de 22 a 24 de abril, militares do 3º Pelotão de Policia Ambiental
“Sargento Agenor de Almeida Costa”, sediado no Parque Estadual do Rio Doce,
realizaram blitzes ecológicas e palestras nas escolas do entorno. As blitzes
foram realizadas na rodovia LMG 760, trevo de Cava Grande, Marliéria e
na rodovia LMG 759, saída da cidade de Pingo D’Água. Foi distribuído um total
de 160 mudas da espécie Ipê nativas da região.
Foram realizadas palestras nos seguintes
educandários: E. E. Prof. Dinalva Maria de Souza, em Pingo D’Água, E. E. João
Paulo II, Revés do Belém, Pingo D’Água, E. M. Jose Pedro da Silva e E. E. em
Horto Belém, Distrito de Cava Grande, Marliéria, E. E. Liberato de Castro,
Marliéria e na E. E. Paulo de Assis Castro, em Conceição de Minas, Dionísio.
Foram contempladas pelas palestras cerca de 496 pessoas, entre alunos do ensino
médio e fundamental, professores e diretores.
JOSÉ
MARIA DOS SANTOS, 1º TEN PM
COMANDANTE
DO 3º PELOTÃO MAMB/PERD
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