PROJETO ESTRATÉGICO PERD / IEF PROPRIEDADES ATENDIDAS MUNICÍPIO DE DIONÍSIO ANO – 2013 A 2014
O Projeto Estratégico inserido ao Fomento Florestal do Instituto Estadual de Florestas – IEF do Estado de Minas Gerais vem desenvolvendo juntamente com os produtores do Município de Dionísio a recuperação de nascentes, o projeto iniciou no final de 2013 e foram contemplados 35 produtores e mais de 50 nascentes sendo recuperadas
.O objetivo do Projeto é a recuperação e a preservação desses mananciais através do cercamento e plantio de mudas, a proteção desses locais como topo de morro garante a recarga hídrica dos lençóis freáticos contribuindo para a biodiversidade da fauna e flora e o abastecimento das comunidades locais com a utilização dos recursos de forma racional e sustentável.
terça-feira, 1 de julho de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Instituto terra
Parceria faz parte do projeto “Doces Nascentes Capixabas”, que atua na proteção,conscientização e preservação dos recursos hídricos do Estado
Vitória, 12 de junho de 2014 – Alinhada e ciente da importância de apoiar ações que promovam a sustentabilidade, conscientização e preservação ambiental, a EDP, empresa do Grupo EDP Energias de Portugal S.A., com o apoio do Instituto EDP e em parceria com o Instituto Terra, realiza pelo terceiro ano consecutivo o projeto Doces Nascentes Capixabas, cujo objetivo é revitalizar, proteger e recuperar nascentes no município de Baixo Guandu, no Espírito Santo, que fazem parte da bacia hidrográfica do Rio Doce.
Com a iniciativa, nos dois primeiros anos do projeto já foram recuperadas 32 nascentes e, neste ano, o projeto já está atuando na proteção e recuperação de outras 13, beneficiando produtores rurais na região capixaba do Rio Doce. “Nosso objetivo é conscientizar os agricultores sobre a importância da recuperação e manutenção das áreas que cercam as nascentes, bem como dos benefícios para toda a sociedade do uso sustentável dos recursos naturais”, afirma Pedro Sirgado, diretor Executivo do Instituto EDP, entidade que coordena as ações socioambientais do Grupo EDP.
Os bons resultados conquistados são fruto, principalmente, do trabalho de conscientização da importância de preservação das nascentes realizado com pequenos produtores rurais. Uma vez que os donos da terra aceitam participar do projeto, o Instituto Terra elabora um projeto técnico de uso e ocupação do solo, bem como a distribuição de insumos e mudas para a proteção e recuperação dos mananciais. Aos produtores rurais é dada a responsabilidade de plantar as mudas e cercar as áreas, quando necessário.
Recursos hídricos
O aumento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos é o principal benefício para os produtores rurais participarem do projeto. A elaboração de um planejamento do uso da propriedade em concordância com código florestal e a mudança na relação do homem com o meio ambiente também são aspectos que tornam a iniciativa atraente e despertam interesse de outros agricultores. “É comum os técnicos do Instituto Terra serem procurados por produtores vizinhos à propriedade em que o projeto está sendo executado interessados em aderir ao programa”, diz Gilson Gomes de Oliveira Júnior, analista de Projetos do Instituto Terra.
A reação dos proprietários das terras após a conclusão do projeto confirma o impacto positivo das ações executadas. “De forma geral, há uma relação de gratidão por parte dos produtores beneficiados. Muitos deles fazem questão de dar depoimentos sobre a satisfação de terem recebido nossa assistência”, finaliza Sirgado.
Com a iniciativa, nos dois primeiros anos do projeto já foram recuperadas 32 nascentes e, neste ano, o projeto já está atuando na proteção e recuperação de outras 13, beneficiando produtores rurais na região capixaba do Rio Doce. “Nosso objetivo é conscientizar os agricultores sobre a importância da recuperação e manutenção das áreas que cercam as nascentes, bem como dos benefícios para toda a sociedade do uso sustentável dos recursos naturais”, afirma Pedro Sirgado, diretor Executivo do Instituto EDP, entidade que coordena as ações socioambientais do Grupo EDP.
Os bons resultados conquistados são fruto, principalmente, do trabalho de conscientização da importância de preservação das nascentes realizado com pequenos produtores rurais. Uma vez que os donos da terra aceitam participar do projeto, o Instituto Terra elabora um projeto técnico de uso e ocupação do solo, bem como a distribuição de insumos e mudas para a proteção e recuperação dos mananciais. Aos produtores rurais é dada a responsabilidade de plantar as mudas e cercar as áreas, quando necessário.
Recursos hídricos
O aumento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos é o principal benefício para os produtores rurais participarem do projeto. A elaboração de um planejamento do uso da propriedade em concordância com código florestal e a mudança na relação do homem com o meio ambiente também são aspectos que tornam a iniciativa atraente e despertam interesse de outros agricultores. “É comum os técnicos do Instituto Terra serem procurados por produtores vizinhos à propriedade em que o projeto está sendo executado interessados em aderir ao programa”, diz Gilson Gomes de Oliveira Júnior, analista de Projetos do Instituto Terra.
A reação dos proprietários das terras após a conclusão do projeto confirma o impacto positivo das ações executadas. “De forma geral, há uma relação de gratidão por parte dos produtores beneficiados. Muitos deles fazem questão de dar depoimentos sobre a satisfação de terem recebido nossa assistência”, finaliza Sirgado.
sábado, 26 de abril de 2014
BlitZ
MILITARES
AMBIENTAIS REALIZAM PALESTRAS E BLITZ ECOLÓGICA EM COMEMORAÇÃO AO DIA MUNDIAL
DO PLANETA TERRA.
O Dia da Terra, 22 de abril, é
uma data festiva comemorada em muitos países do Mundo. A data foi criada nos Estados Unidos
por Gaylord Nelson, senador e ativista ambiental. Além de criar a data, o
senador lutou pela divulgação e promoção de seus objetivos.
A data foi criada com o propósito
de abrir discussões em todo mundo sobre a importância da preservação dos
recursos naturais do planeta Terra. Além disso, tinha como objetivo criar uma
consciência mundial sobre os problemas da contaminação, destruição da
biodiversidade, uso não sustentável dos recursos naturais, desmatamentos e
outros problemas que ameaçam a vida em nosso planeta.
Baseado neste contexto, no
período de 22 a 24 de abril, militares do 3º Pelotão de Policia Ambiental
“Sargento Agenor de Almeida Costa”, sediado no Parque Estadual do Rio Doce,
realizaram blitzes ecológicas e palestras nas escolas do entorno. As blitzes
foram realizadas na rodovia LMG 760, trevo de Cava Grande, Marliéria e
na rodovia LMG 759, saída da cidade de Pingo D’Água. Foi distribuído um total
de 160 mudas da espécie Ipê nativas da região.
Foram realizadas palestras nos seguintes
educandários: E. E. Prof. Dinalva Maria de Souza, em Pingo D’Água, E. E. João
Paulo II, Revés do Belém, Pingo D’Água, E. M. Jose Pedro da Silva e E. E. em
Horto Belém, Distrito de Cava Grande, Marliéria, E. E. Liberato de Castro,
Marliéria e na E. E. Paulo de Assis Castro, em Conceição de Minas, Dionísio.
Foram contempladas pelas palestras cerca de 496 pessoas, entre alunos do ensino
médio e fundamental, professores e diretores.
JOSÉ
MARIA DOS SANTOS, 1º TEN PM
COMANDANTE
DO 3º PELOTÃO MAMB/PERD
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Campanha plante uma árvore
engajamento virtual na campanha
“PLANTE UMA ÁRVORE
A campanha “Plante uma
árvore” é uma ação sustentável realizada pela Ikebana Flores. Toda a sua
divulgação é realizada pelo Coletivo Cirandar
A Campanha
“Plante uma árvore” está sendo disseminada nos blogs, sites e redes sociais, e
tem ganhado apoiadores de diversos locais do país. A campanha é colaborativa, o
que faz toda a diferença, pois para ter a participação efetivada e a muda
plantada em seu nome o internauta precisa postar o link com o nosso conteúdo
exclusivo em seu site ou blog.
Sabemos a
sociedade, de modo geral, tem se tornado mais consciente sobre a
responsabilidade individual e coletiva, e ter uma atitude sustentável faz toda
a diferença. É nosso direito e obrigação acompanhar as ações políticas, cobrar
para que as grandes empresas sejam fiscalizadas rigorosamente e, dessa forma,
poderemos esperar por um futuro ambientalmente melhor.
Já foram mais de 150 apoiadores, um deles é o SOS
MATA ATLÂNTICA que está disseminando um guest post* sobre a nossa campanha - http://www.sosma.org.br/blog/doacao-de-mudas-para-acao-de-reflorestamento-na-serra-do-gandarela-mg; outro apoiador é Bike Pedal e Cia - http://www.bikepedalecia.com.br/noticias-que-rolam-por-ai/semeadores-do-bem-ciclistas-ativistas-nas-trilhas-de-minas-gerais.
A importância da Serra do Gandarela falando em
diversidade natural é indiscutível, são biomas de Mata Atlântica, vegetação
rupestre e expansão de cangas ferruginosas. Gandarela também é abrigo de um
manancial de água potável com as Bacias do Rio das Velhas e São Francisco, e
abastece com água de qualidade a Região Metropolitana da capital mineira, entre
outros municípios. É importante que se proteja a Serra do Gandarela por
unidades de conservação, evitando queimadas, desmatamentos não autorizados e
também a exploração do Minério de Ferro irregular, isso além de prejudicar a
vegetação também acabará poluindo o Rio das Velhas, que abastece com água
potável 60% de cidadãos de Belo Horizonte e municípios do entorno.
O seu segundo plantio realizado no último 23 de
outubro, nesse último plantio 150 mudas foram semeadas. E nós, e todos os
participantes ficamos muito felizes.
Veja as fotos e o vídeo do plantio:
Também estamos doando mudas do cerrado durante a
campanha: ipê amarelo, ipê branco, sucupira, pata de vaca, tamarino e peroba.
Basta vir a Ikebana Flores – Av. Getúlio
Vargas, 1697, Savassi; de 2ª feira a 6ª feira, no horário de 10h00 às
19h00. A floricultura on line vai
divulgar através de vídeos e fotos as atividades do plantio. Participe, é bem
simples e você ajuda o parque plantando a sua muda!
*Crédito
sábado, 1 de fevereiro de 2014
A verdade dos fatos
Reunião com o Ministério Publico em Governador Valadares - MG.
A Fundação Relictos vê com preocupação a manipulação da população em relação a paralisação das obras da MG 760.
Compartilhamos com os moradores a necessidade de ações concretas do governo para retirar da inércia econômica as populações do entorno do Parque do Rio Doce, mas não podemos compartilhar com o que vem ocorrendo: colocam sobre o meio ambiente e sobre as entidades ambientalistas a responsabilidade por anos e anos de inércia , ineficiência administrativa e projetos mal elaborados.
No caso especifico da BR 760 vemos com preocupação movimentos comunitários sendo manipulados e alimentados por inverdades e pelo desconhecimento do que realmente está ocorrendo.
A verdade dos fatos é que o DER MG estuda e prepara o projeto de melhoria da MG 760 há mais de 10 anos. Na última hora, entra com um processo de licenciamento ambiental apresentando documentos e estudos incompletos, onde os impactos ambientais sobre o Parque do Rio Doce não foram na sua totalidade, levantados, analisados e propostas medidas compensatórias adequadas.
É preciso ficar claro:
1. A Fundação Relictos não pediu nenhuma liminar na justiça. Esta iniciativa foi exclusiva do ministério público que cumprindo sua missão constitucional em defesa das direitos difusos da população entrou com o pedido de liminar.
2. A Fundação Relictos tem exercido sua responsabilidade com o meio ambiente no âmbito do licenciamento ambiental e em nenhum momento solicitou a paralisação das obras e sim, solicitou do DER – MG, quatro ações necessárias pra minimizar os impactos da rodovia no Parque:
· Avaliação e proposição de passagens protegidas pala fauna nativa que cruza a rodovia;
· A montagem de um ponto de apoio e atendimento a emergências ambientais com produtos químicos na rodovia que possam comprometer o parque ;
· Fechamento do ramal Ponte Queimada / Cava Grande ao trânsito de veículos particulares;
· Pagamento da Compensação ambiental devida por força de lei a empreendimentos que causam impacto ambiental significativo.
Sempre estivemos dispostos e nunca nos negamos ao diálogo franco e transparente visando o bem comum, como temos feito agora na tentativa de desatar o nó existente no processo de licenciamento ambiental da obra da MG 760.
A Fundação Relictos esteve reunida no dia 24/01/2014 com o DER-MG, SUPRAM-LM e FIEMG- Vale do Aço, analisando os problemas ambientais existentes com o projeto e procurando soluções. Em decorrência desta reunião foi realizada outra no Ministério Público em Governador Valadares, quando o Ministério, a Fundação Relictos, o DER-MG, a SUPRAM-LM e a FIEMG- Vale do Aço discutiram e vislumbraram um caminho que poderá levar à retomada das obras.
Aguardamos esperançosos que as obras recomecem o mais breve possível com os graves impactos ambientais provocados pela obra equacionados e controlados com medidas preventivas e corretivas adequadas.
Nota;Fundação Relictos
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