segunda-feira, 16 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
Estímulo e fomento à pesquisa científica
Erguida na década de 60, obra foi impedida por ambientalistas
Pesquisas
O trabalho é feito com protocolo de pesquisas referentes à flora e fauna. O IEF também espera consolidar e estimular pesquisas junto às instituições e universidades federais. Com a disponibilização do laboratório e alojamentos dentro da área o pesquisador tem a oportunidade de imersão no parque durante todo o trabalho.
A diretoria do Perd também considera que por sua localização próxima a uma área de urbanização e industrialização as pesquisas também devem mensurar as consequências sofridas pela mata e pelo rio Doce. “Vamos organizar um workshop com vários pesquisadores para apresentar a estrutura do centro de pesquisa, porque muitos ainda não têm conhecimento da estrutura”, completa Vinícius Moreira.
Vinicius de Assis afirma que pesquisas são importantes para as decisões da unidade
A velha Ponte Perdida, com engenharia de arcos para eliminar a necessidade de pilastras, foi construída sobre o Rio Doce em 1966. Na época a obra foi uma tentativa de implantação de uma estrada projetada para interligar o distrito de Revés de Belém, a Timóteo, facilitando o escoamento da produção de carvão da área de Bom Jesus do Galho para a siderúrgica Acesita.
O major Ronaldo Silva comandante da 12º Companhia de Meio Ambiente e Trânsito de Ipatinga, explica que o local é considerado um marco da luta na conservação do meio ambiente. “A continuidade da construção dessa via traria certos prejuízos para o Parque e, em razão disso, a sua construção foi suspensa”, contou.
Segundo informações do portal do Instituto Estadual de Florestas (IEF) em 1973 uma mobilização ambientalista de repercussão nacional impediu a construção da rodovia, que dividiria a área do Parque. Na solenidade, foram entregues placas homenageando os ambientalistas Célio Lessa, Mário Viegas, Hugo Werneck e Célio Moreira, que foram pioneiros na luta de defesa da área do Perd.
A ponte se chama Perdida porque se encontra em ponto de difícil acesso, a 80 quilômetros de distância da portaria do Parque Estadual do Rio Doce (Perd), no distrito de Revés do Belém. O Parque foi à primeira unidade de conservação estadual criada em Minas Gerais, situado na porção sudoeste do Estado, a 248 km de Belo Horizonte, na região do Vale do Aço, inserido nos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo.
Repórter : Silvia Miranda
REVÉS DO BELÉM – Uma completa estrutura edificada sobre a Ponte Perdida, no distrito de Revés do Belém, no município de Bom Jesus do Galho, aguarda o trabalho de pesquisadores que possam contribuir com a conservação e conhecimento da flora e fauna do Parque Estadual do Rio Doce (Perd). Dotado de alojamentos e laboratórios a estrutura administrada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) está ainda em fase inicial e poderá contribuir com a preservação da área norte da unidade de conservação.
A Unidade de Apoio a Pesquisa e Fiscalização do Revés de Belém foi inaugurada no ano passado, como parte do de um projeto de melhoria na infraestrutura do Perd iniciados em 2003. Além de uma residência que serve de moradia para vigilantes sobre o tabuleiro da ponte, foram edificados alojamentos com cozinha, banheiro e laboratórios para uso de pesquisadores.
Segundo o gerente do Perd, Vinícius de Assis Moreira, só agora o centro de pesquisa vem se consolidando. “Estamos ainda em fase de implantação, temos recebido alguns pesquisadores, mas tudo ainda de forma incipiente devido a própria distância do local da sede do parque”, explicou.
O grande objetivo da unidade é estimular e fomentar pesquisas na área norte do parque. Segundo Vinicius Moreira essa parte do Perd é ainda uma região ligeiramente desconhecida, principalmente a sua biodiversidade. “Então o nosso objetivo é mesmo mensurar e consolidar pesquisas científicas para o manejo do parque”, complementou.
A frente do Perd há menos de um ano, Vinicius Moreira destaca que na administração de uma unidade de conservação as informações e conhecimento do local são de extrema importância na tomada de decisões. “Porque no sistema ecológico qualquer interferência, se não for minimamente calculada, pode provocar muitos impactos”, justificou.
Estrutura permite imersão de pesquisadores no Parque Estadual
O trabalho é feito com protocolo de pesquisas referentes à flora e fauna. O IEF também espera consolidar e estimular pesquisas junto às instituições e universidades federais. Com a disponibilização do laboratório e alojamentos dentro da área o pesquisador tem a oportunidade de imersão no parque durante todo o trabalho.
A diretoria do Perd também considera que por sua localização próxima a uma área de urbanização e industrialização as pesquisas também devem mensurar as consequências sofridas pela mata e pelo rio Doce. “Vamos organizar um workshop com vários pesquisadores para apresentar a estrutura do centro de pesquisa, porque muitos ainda não têm conhecimento da estrutura”, completa Vinícius Moreira.
Vinicius de Assis afirma que pesquisas são importantes para as decisões da unidade
Marco histórico no Vale do Aço
A velha Ponte Perdida, com engenharia de arcos para eliminar a necessidade de pilastras, foi construída sobre o Rio Doce em 1966. Na época a obra foi uma tentativa de implantação de uma estrada projetada para interligar o distrito de Revés de Belém, a Timóteo, facilitando o escoamento da produção de carvão da área de Bom Jesus do Galho para a siderúrgica Acesita.
O major Ronaldo Silva comandante da 12º Companhia de Meio Ambiente e Trânsito de Ipatinga, explica que o local é considerado um marco da luta na conservação do meio ambiente. “A continuidade da construção dessa via traria certos prejuízos para o Parque e, em razão disso, a sua construção foi suspensa”, contou.
Segundo informações do portal do Instituto Estadual de Florestas (IEF) em 1973 uma mobilização ambientalista de repercussão nacional impediu a construção da rodovia, que dividiria a área do Parque. Na solenidade, foram entregues placas homenageando os ambientalistas Célio Lessa, Mário Viegas, Hugo Werneck e Célio Moreira, que foram pioneiros na luta de defesa da área do Perd.
A ponte se chama Perdida porque se encontra em ponto de difícil acesso, a 80 quilômetros de distância da portaria do Parque Estadual do Rio Doce (Perd), no distrito de Revés do Belém. O Parque foi à primeira unidade de conservação estadual criada em Minas Gerais, situado na porção sudoeste do Estado, a 248 km de Belo Horizonte, na região do Vale do Aço, inserido nos municípios de Marliéria, Dionísio e Timóteo.
Repórter : Silvia Miranda
sexta-feira, 30 de março de 2012
Um exemplo a seguir!
O Projeto de Capacitação para os integrantes da Associação dos Catadores de Material Reciclável de Ipatinga – Ascari, visando o melhor reaproveitamento de resíduos recicláveis coletados na cidade, será concluído em abril. A capacitação, oferecida pela Fundação Relictos, começou no final de 2009 com suporte financeiro de convênio assinado com a SEMAD - Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
O projeto será encerrado com uma exposição a ser aberta na próxima segunda-feira, 2 de abril, à 12h, no hall da Prefeitura de Ipatinga, com uma mostra das atividades realizadas e os resultados obtidos. A exposição permanece até quarta-feira, dia 4 de abril.
Enquadrada no Projeto Estruturador de “Resíduos Sólidos” do Governo de Minas Gerais, para atuar na promoção do desenvolvimento econômico em bases sustentáveis, a iniciativa da Relictos possibilitou a realização de 17 oficinas de Habilidades e Comercialização para os catadores. Foram desenvolvidas técnicas de confecção de bolsas, tapetes, esteiras e utensílios, reaproveitando materiais recolhidos.
O projeto resultou ainda em nove módulos do curso de capacitação organizacional, com discussão e análise das diversas formas de organização, métodos de gerenciamento e de controle da produção. Foram também promovidas cinco palestras sobre temas como segurança, saúde, alimentação, trânsito.
Outra atividade resultante do projeto foi a realização da campanha de imunização ativa dos catadores, visando reduzir os riscos biológicos a que esses profissionais estão sujeitos. Essa iniciativa contou com o apoio da Prefeitura de Ipatinga / Vigilância Epidemiológicas e Controle de Zoonoses e das Associações de Catadores Ascari e Amavale. Os catadores foram vacinados contra febre amarela, tétano, hepatite B e tríplice viral.
Foi também de grande valia a obtenção dos Certificados de Dispensa de Licenciamento Ambiental fornecidos pelo Supram Leste de Minas junto à Superintendência de Regularização Ambiental da SEMAD. Este documento é muito importante para as associações de catadores, pois as habilita a receberem material reciclável de empresas certificadas pela norma ISO 14001.
De acordo com o presidente da Relictos, José Ângelo Paganini, mesmo concluindo o projeto a fundação vai continuar apoiando os catadores de recicláveis e realizando atividades em conjunto com eles. "A questão dos resíduos sólidos em Ipatinga ainda é um desafio longe de ser vencido", ressalta José Ângelo.
Dia mundial das Águas!
Para o Dia Mundial da Água (22/03), a Relatora Especial para Água e Saneamento, Catarina de Albuquerque, pede para os países não voltarem atrás das suas decisões de reconhecer o direito à água e ao saneamento para todos, e agir de forma coerente com elas. O direito a esses dois itens foram reconhecidos pela Assembléia Geral da ONU e pelo Conselho de Direitos Humanos em 2010.
“Alguns Estados, incluindo o Canadá e o Reino Unido, estão, aparentemente, propondo a remoção de algumas referências explícitas ao direito à água e ao saneamento para todos no primeiro rascunho do documento final da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, Rio+20″, ressaltou Albuquerque. “No contexto da agenda da Rio+20, quem não quer um futuro onde cada indivíduo goze de água potável? Quem não quer um futuro onde ninguém morra devido à água contaminada? Quem não quer erradicar a indignidade e a humilhação da defecação a céu aberto?”
Albuquerque disse ser fundamental ampliar os compromissos com o direito humano à água e ao saneamento. Precisamos falar para os milhões que são marginalizados e esquecidos – pessoas dormindo nas ruas, meninas que andam quilômetros para buscar água todos os dias, meninos que abandonam a escola por causa da diarreia e todas as pessoas que não têm acesso a água por causa de suas deficiências.”
“A Rio+20 e as metas de desenvolvimento do milênio após 2015 não devem trair os compromissos anteriores sobre o direito à água e ao saneamento. Já é tempo para se concentrar na população mundial que só têm acesso à água suja e insegura e ao saneamento inadequado”, destacou a relatora no Dia Mundial da Água.
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Curso de TEACIF

DÉCIMA
SEGUNDA REGIÃO DA POLÍCIA MILITAR
12ª COMPANHIA PM
INDEPENDENTE DE MEIO AMBIENTE E TRÂNSITO
3º
PELOTÃO DE POLICIA AMBIENTAL/PERD
R
E L E A S E
EMENTA:
MILITARES AMBIENTAIS PARTICIPAM DE CURSO DE TÉCNICA DE EMPREGO
DE AERONAVES EM COMBATE DE INCÊNDIOS
FLORESTAIS
HISTORICO: No
período de 20 à 22 de março de 2012, ocorreu nas dependências do Parque
Estadual do Rio Doce o Curso TEACIF (Técnica do Emprego de Aeronaves em Combate
a Incêndios Florestais), com a coordenação técnica de Denise Avelar, do PREVINCÊNDIO/IEF,
e com o instrutores, o Cap PM Frederico Geraldo Ferreira e Sgt Ronaldo Martins
da Silva, do BTL Rp Aer/PMMG.
O Curso de TEACIF é
destinado ao treinamento de pessoal empregado nas operações de combate a
incêndios florestais, tais como, Bombeiros Militares, policiais brigadistas,
voluntários, funcionários de reservas, guarda-parques, enfim, todas as pessoas
que de alguma forma poderão auxiliar nos trabalhos de combate a incêndios.
Como nos combates de
incêndio é imprescindível a alocação de recurso aéreo, todas as pessoas
envolvidas devem estar preparadas para atuarem embarcados em helicóptero e
executar manobras (embarque e desembarque) com segurança e agilidade.
Além disso, o curso
visou analisar o desempenho de cada pessoa quanto ao “stress” de se operar com
um equipamento capaz de alçar voo, bem como e obrigação de todo operador de
aeronave treinar as pessoas envolvidas nas operações aéreas, sejam elas piloto
ou simplesmente passageiros.
Participaram do treinamento 26 alunos, sendo 03 militares ambientais, Sgt
Barbosa, Cb Iris e Sd Wedson e os demais alunos do IEF e de empresas parcerias
da região, onde teve a presença do helicóptero do IEF, Guará 01.
Após o treinamento, o helicóptero foi utilizado pela Polícia Ambiental
para a fiscalização no interior do PERD diversas lagoas de difícil acesso, como
forma de monitoramento e prevenção a prática de caça e pesca predatória.
JOSÉ MARIA DOS SANTOS, 1º
TEN PM
COMANDANTE DO 3º PELOTÃO
MAMB/PERD
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